quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Jesus nos ensina a amar

Texto: Jo 13.31-35
Jo 13.34



Em uma pesquisa feita entre crianças sobre “o que é o amor” um menino de cinco anos respondeu: “Jesus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem da cruz, mas ele não disse. Isso é amor". Este mesmo Jesus nos diz: “Amem uns aos outros”
Ele falou estas palavras na última conversa com seus discípulos porque eles precisavam ser lembrados de que, apesar de Jesus não estar mais entre eles, eles ainda teriam uns aos outros. Por isto ele deixa com seus seguidores este novo mandamento.
Mas, em que sentido este mandamento era novo? Este mandamento não seria apenas “mais um mandamento” a ser acrescentado aos outros dez dados a Moisés. Este amor deveria ser diferente em intensidade. Os seguidores de Jesus deveriam amar como Jesus amou, a ponto de morrer pela humanidade. Amar mais do que a si mesmo, sem esperar nada em troca, porque quando esperamos algo em troca nos frustramos e encontramos motivos para deixar de amar.
Por que amar uns aos outros? Primeiro, porque “eu os amei”, disse Jesus. Ele nos convida a levarmos em conta sua obra e exemplo. Segundo, porque “este é o sinal de que vocês são meus discípulos”.
Os cristãos seriam reconhecidos como discípulos de Jesus por meio do amor demonstrado uns pelos outros porque, demonstrando este afeto, estariam imitando o amor de Jesus. Se fizermos uma avaliação de nossa vida, veremos o quanto temos dificuldade em praticar esse amor.
Por isso é bom lembrar que o amor cristão é algo inspirado e exemplificado por Cristo que, mesmo sabendo da nossa dificuldade em amar, nos ama incondicionalmente.

Oremos: Querido Deus, age no meu coração para que teu amor em mim se manifeste em minhas ações. Amém.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O mal.

O mal

Para: quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Texto: Mt 6.13

“Pai Nosso… mas livra-nos do mal.”

Uma das traduções da Bíblia diz, na oração do Pai Nosso: “…livra-nos do Maligno”, referindo-se diretamente ao pai da mentira, Satanás. É ele quem está por trás de todas as tentações e males, e que também instiga o nosso íntimo para nos afastarmos de Deus e pecarmos contra a sua santa vontade.
Como Deus nos livra do Maligno? Pelo poder da Santa Bíblia, a sua Palavra Sagrada! Quando Jesus teve que enfrentar Satanás, nas três vezes em que foi tentado ele rebateu dizendo: “As Escrituras Sagradas afirmam!” (Mateus 4). Jesus poderia ter usado seu poder e poderia ter argumentado longamente com o Diabo; mas ele nos deixou exemplo, citando a Palavra de Deus, que é a arma que Deus nos deixou para lutarmos contra o maligno.
Na Palavra temos a garantia da vitória de Jesus sobre o mal. Jesus venceu não apenas a tentação, mas venceu a própria morte quando apareceu vivo no domingo da Páscoa. A ele temos que nos agarrar com fé, sabendo que, estando com ele, estamos salvos. Quando nos sentimos fracos e tentados precisamos abrir a nossa Bíblia, buscando força e orientação de Deus.
Para Martinho Lutero, quando pedimos a Deus que nos livre do mal, estamos pedindo, em resumo, que o Pai celeste nos livre de todos os males que afetam o corpo e a alma, os bens e a honra, e, finalmente, quando vier a nossa hora derradeira, nos conceda um fim bem-aventurado e nos leve, por graça, deste vale de lágrimas para junto de si no céu.
Como é bom podermos confiar em Jesus e termos a certeza de que ele venceu o mal por nós. E, assim, firmes nesta fé, sabemos que estaremos com ele na vida eterna.

Oremos: Pai Nosso, livra-nos do mal. Tu sabes que temos medo e muitas vezes nos sentimos inseguros diante do futuro. Fixa os nossos olhos nas tuas promessas em Cristo reveladas na Bíblia Sagrada. Amém.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

a paz.

Texto: Jo 14.27
“Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá” (Jo 14.27).

A paz é um presente

Porque as pessoas usam roupas brancas no ano novo? Porque é “a cor ideal para quem deseja paz”, alguns responderão. Bem, não existem indícios de que o Salvador Jesus tenha usado branco no ano novo. Mas ele é alguém que não só fala a respeito de paz, como também faz a promessa de dar a sua paz como herança aos seus seguidores.
Ao fazer esta promessa ele esclarece que a paz que está prometendo não é o intervalo entre duas guerras. Por isto ele fala da “minha paz”, da paz que “eu estabeleci”, que “eu conquistei” para você. Esta paz pode ser entendida como a harmonia entre Deus e os homens, que é uma consequência da obra de Jesus na vida do cristão.
É como se estivéssemos, por natureza, brigados com Deus e Jesus foi o responsável por nos reconciliar. Chamamos isto de “fazer as pazes”, restaurar relacionamentos.
Esta paz você recebeu de presente, através da fé em Cristo. Aqui Jesus a compara com uma herança, um legado. Ele não nos deixou cidades, nem castelos, nem dinheiro, até porque, materialmente falando, Jesus tinha pouco para nos deixar. Nem a roupa do corpo ficou com os discípulos, mas foi dividida entre os soldados que o executaram.
Mas Cristo nos deixou a sua paz. Que grande presente! Quando Jesus fala de paz não fala como algo a ser conquistado, mas como um presente do céu, presente dele para nós.
O certo é que Jesus não queria que os discípulos ficassem com medo quando ele fosse morto, mas queria que eles soubessem que sua morte traria a paz ao coração de todos os que creem nele. Por isso, mesmo quando a sua vida está um caos você pode ter a certeza de que Deus não perdeu o controle da situação e continua cuidando de você e que você está em paz com Deus.

Oremos: Pai, obrigado por fazeres as pazes comigo por meio de Cristo. Em nome de Jesus, o reconciliador. Amém.

QUANDO CRISTÃO TROPEÇA.

TERÇA-FEIRA, 20 DE AGOSTO DE 2013

Quando o Cristão Tropeça

"Que diz a Escritura? 'Abraão creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça'." (Romanos 4:3)

Ao contrário do que muita gente pensa, a Bíblia não diz que, ao se tornar um cristão, você nunca irá tropeçar. A Bíblia também não diz que se você for um crente verdadeiro, não irá cometer erros ou deslizes periodicamente. A Bíblia diz sim, que se você for um verdadeiro crente, toda vez que tropeçar irá levantar-se e seguir em frente. É assim que se determina se alguém é um verdadeiro crente ou não.

Embora Abraão tenha sido amigo de Deus (pois assim foi mencionado nas Escrituras por três vezes), ele também teve seus tropeços de fé. No entanto, a Bíblia diz que "Abraão creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça" (Romanos 4:3).
- Isso quer dizer que Abraão foi declarado justo por causa das coisas boas que ele fez?
- Será que Deus justificou Abraão porque ele viveu uma vida santa, pura e impecável? Dificilmente.
Uma avaliação honesta sobre a vida de Abraão mostra claramente que ele era um homem falho.

O importante é que todas as vezes que Abraão se desviava do caminho reto e estreito, ele voltava.
Se alguém se diz cristão mas tropeça e nunca retorna para a fé, essa pessoa não é crente. Como 1 João 2:19 diz: "Eles saíram do nosso meio, mas na realidade não eram dos nossos, pois, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; o fato de terem saído mostra que nenhum deles era dos nossos."

Os verdadeiros crentes ficam frustrados com o seu pecado e, rapidamente retornam ao caminho da cruz do Calvário.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A IMPORTÂNCIA DE SE CONHECER A DEUS

 
 
 
 
 
 
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A secção religiosa do jornal “Dallas Morning News” recentemente publicou um artigo intitulado, “Deixando Deus Crescer” [1]. O rabino Jack Bemporad, um líder em diálogo Judeu-Cristão, co-autorou um novo livro “Formas Estúpidas, Formas Sábias para Pensar sobre Deus”. Ao ler somente este artigo, Bemporad parece estar dizendo que devemos abandonar o que aprendemos sobre Deus como crianças e pensar em Deus em termos mais adultos. Enquanto possa concordar com algumas ideias do autor, de um modo geral devo discordar dele. Por exemplo, o artigo nos informa,
Em grande parte, os ateístas raramente rejeitam um Deus crível, porém usualmente ‘rejeitam algumas formas estúpidas de pensar sobre Deus’, diz o autor, chamando algumas ideias sobre Deus ‘tão ridículas que não valem a pena ser acreditadas’.
Algumas ideias “infantis” a cerca de Deus são erradas e deveriam ser rejeitadas. Entre elas é o pensamento de que Deus é um “carregador de malas cósmico… pronto para lhe servir”. Perturbadoramente, contudo, o rabino Bemporad também inclui o conceito da ira de Deus como uma ideia infantil. Penso que ele basicamente está dizendo: “Os homens creem na espécie de Deus que eles gostam de acreditar e rejeitam a espécie de Deus que não gostam” Ele parece colocar pouca ênfase, se alguma, na descrição de Deus que se acha nas Escrituras. Bemporad parece acreditar que nossa teologia precisa se ajustar aos nossos desejos, ao invés de reconhecer que nós devemos ajustar nossa teologia ao que Deus realmente é.
Embora dificilmente me surpreenda com eles, certamente não concordo com as visões que os incrédulos têm de Deus. Porém ainda mais perturbadora é a visão superficial, inexata de Deus tida por Cristãos professos. Precisamos desesperadamente em nossos tempos revisar radicalmente nosso pensamento sobre Deus. O propósito desta série é pesquisar (explorar) as excelências de Deus, para realinhar nosso pensamento sobre Deus com aquelas características divinas reveladas nas Escrituras.

O TESTEMUNHO DE UM GRANDE HOMEM DE DEUS

Através da história, grandes homens de Deus tem se devotado ao estudo do caráter de Deus e encorajado outros a fazerem o mesmo. Considere o que alguns destes homens de Deus têm a dizer a respeito do estudo dos atributos de Deus.
Cerca de 30 anos atrás A.W. Tozer escreveu sobre a importante necessidade da igreja rever o seu conceito de Deus devido a uma concepção muito distorcida dEle.
É a minha opinião que a corrente concepção Cristã de Deus nestes anos da metade do século 20 está tão decadente assim como completamente abaixo da dignidade do Mais Alto Deus e realmente constitui para os crentes professos algo como uma total calamidade moral. [2]
Tozer continua dizendo:
A maior obrigação da Igreja Cristã hoje é purificar e elevar o seu conceito de Deus até ele ser novamente digno Dele – e dela. [3]
A.W. Pink é da mesma opinião:
O Deus deste século não se assemelha mais ao Soberano das Sagradas Escrituras do que a fraca chama de uma vela representa a glória do sol ao meio-dia. O Deus que é falado comumente nos púlpitos, mencionado na Escola Dominical e comentado em muitas das literaturas religiosas de hoje em dia, e pregado em muitas das chamadas conferências bíblicas, é uma ficção da imaginação humana, uma invenção de um sentimentalismo embriagado. A idolatria fora do âmbito da Cristandade forma deuses de madeira e pedra, enquanto milhões de idólatras dentro da Cristandade fazem um deus originado de suas mentes carnais. [4]
Numa de suas cartas para Erasmus, Martinho Lutero disse, “Suas ideias de Deus são muito humanas.” [5] Falando por Deus, o salmista escreveu o mesmo pensamento nestas palavras:
“Estas coisas tens feito, e eu me calei; pensavas que era tal como tu, mas eu te arguirei, e as porei por ordem diante dos teus olhos:” [SL 50:21]
Seria difícil superestimar a importância do estudo de Deus. As palavras de Charles Haddon Spurgeon são frequentemente mencionadas por aqueles que realizam um estudo dos atributos de Deus:
Nada aumentará o intelecto, nada magnificará a alma toda do homem, como uma devotada, séria e contínua, investigação do grande assunto da Deidade. O mais excelente estudo para expandir a alma é a ciência de Cristo e Ele crucificado e o conhecimento da Divindade da gloriosa Trindade. [6]
O estudo apropriado do Cristão é a Divindade. A maior ciência, a mais elevada especulação, a mais alta filosofia, a qual pode ocupar a atenção do filho de Deus, é o nome, a natureza, a pessoa, as obras, e a existência do grande Deus o qual ele chama seu Pai. Há algo excepcionalmente proveitoso para a mente na contemplação da Divindade. É um assunto tão vasto, que todos nossos pensamentos se perdem na sua imensidão; tão profundo, que nosso orgulho é abafado na sua infinitude. Outros assuntos nós podemos compreender e lidar com eles; neles sentimos uma espécie de auto-contentamento, e continuamos nosso caminho com o pensamento, “Veja eu sou esperto.” Porém quando chegamos nesta ciência mestra, descobrindo que nosso prumo não pode alcançar sua profundidade, e que nossos olhos de águia não podem ver sua altura, nos retiramos com o pensamento “Eu sou antiquado e não sei nada.” [7]
O estudo da natureza e do caráter de Deus é o mais alto chamado do Cristão e de grande importância e valor prático.
Porque nós fomos criados? Para conhecer a Deus. Que objetivos devemos estabelecer na vida? Conhecer a Deus. Qual é a “vida eterna” que Jesus dá? Conhecimento de Deus. “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:3)
Qual é a melhor coisa na vida, que traz mais alegria, prazer e contentamento, do que qualquer outra coisa? Conhecimento de Deus. “Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR. (Jer. 9:23f.).
Qual, de todas as situações que Deus vê o homem, lhe dá mais prazer? Conhecimento Dele mesmo. “Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.” Diz Deus (Oséias 6:6)
Quando você se conscientiza de que a principal razão porque você está aqui é conhecer a Deus, a maioria dos problemas da vida cai no lugar certo. O que faz a vida valer a pena é ter um grande e suficiente objetivo, algo que pega a nossa imaginação e nossa submissão; e isto o Cristão tem, de uma forma que nenhuma outra pessoa tem. Que outro mais alto, mais exaltado, e mais valioso objetivo pode haver do que conhecer a Deus? [8]

domingo, 18 de agosto de 2013

Quais são seus planos?

Quais são seus planos?

Sl 111.4

Quais são seus planos?

Você já passou pela experiência de ter seus planos frustrados por alguém? E o que dizer quando é Deus que mexe em nossos planos? Às vezes, quando isso acontece, temos a impressão de que em vez de ajudar, Deus atrapalha. E nestes momentos Ele não nos dá explicações - apenas afirma: “Confie em mim!”
Confiar num Deus que age assim parece loucura. Mas este é o Deus que quer ter você ao lado dele por toda a eternidade, e por isso ele sacrificou o próprio Filho Jesus Cristo. E para que este plano se cumpra Deus precisa, muitas vezes, alterar nossos planos pessoais.
Temos dificuldades em compreender isso porque não conseguimos ver o todo de nossa vida, não conseguimos ver a imagem completa e ficamos contemplando parte desta imagem como se fosse o todo. Apegamo-nos a cada detalhe e não compreendemos que, muitas vezes, o detalhe que não estamos entendendo será explicado olhando a figura inteira.
As pessoas que não conhecem o plano de salvação traçado por Deus, vivem ansiosas quando iniciam um novo ano, e por isto correm atrás de cartomantes e bruxos para adivinhar o futuro. Mas você não precisa saber o que acontecerá no futuro, porque você pode confiar totalmente nos planos de Deus, sabendo que seu futuro é Deus quem dirige.
Por isso, não fique assustado se, às vezes, parece loucura o que acontece em sua vida. Apenas confie nos planos de Deus. Ele não disse que todos os nossos sonhos se realizariam, nem prometeu “muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender”, mas prometeu estar ao seu lado para o que der e vier.
Por isto, planeje o Ano Novo e a sua vida com Deus buscando conhecer os planos dele para o seu viver aqui. Ele conduzirá você em meio aos problemas e dores desta vida até a vida eterna com ele.

Oremos: Senhor, obrigado pelo teu plano de salvação. Abençoe os meus planos para o ano que vai nascer. Amém.

sábado, 17 de agosto de 2013

GRATIDÃO.

Recebendo tudo com gratidão

Para: sábado, 17 de agosto de 2013
Texto: Mt 6.11

“Dá-nos hoje o alimento que precisamos!” (Mt 6.11).

Em sua misericórdia, Deus age para que todos tenham o pão de cada dia. Se nem todos o têm, não é por culpa de Deus, mas da ganância do ser humano. Jesus diz que Deus faz com que o sol brilhe sobre os bons e sobre os maus e dá chuvas tanto para os que fazem o bem como para os que fazem o mal (Mt 5.45). Os filhos de Deus recebem o pão de cada dia com gratidão e os descrentes o atribuem aos seus próprios méritos ou à sorte.
Na oração do Pai Nosso, dizemos: “O pão nosso de cada dia nos dá hoje”. Martinho Lutero nos explica que Deus, na verdade, dá o pão mesmo sem pedirmos, até mesmo para aqueles que não creem nele. Mas quando o pedimos na oração, reconhecemos essa dádiva e a recebemos com gratidão.
E, ainda, o “pão nosso” engloba tudo o que pertence ao sustento e as necessidades da vida, como: comida, bebida, vestes, calçado, casa, lar, campos, gado, dinheiro, bens e coisas semelhantes.
Outro aspecto importante é que Jesus nos ensina a pedir o alimento que precisamos hoje, mostrando que podemos confiar na providência do Pai, tanto hoje como no futuro. No evangelho de Mateus, capítulo 6, versículos 24-34, Jesus nos recomenda olhar para os pássaros e para as flores do campo e ver como Deus cuida de todos eles. E Jesus pergunta: se Deus cuida deles, não cuidará de vocês? E então o mestre conclui: “Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas”, referindo-se aos bens materiais que precisamos.
Que Deus nos dê esta sabedoria. E, com gratidão, oremos sempre dizendo: “Dá-nos hoje o alimento que precisamos”.